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by Xim

Solid Rock

Este é um conto bobinho. Mas, esteja avisado, ele não é um conto de amor.

Um rei tolo um dia queria construir uma torre que alcançasse o céu. Aquele desejo bobo do homem querer controlar o ambiente, tão bobo que no fim das coisas é que inicia todo progresso? Bobo assim.

Tolo ele era, queria urinar no bom Sol. Uma pequena tirada de água de joelho para um homem, uma grande mijada na desumanidade. A coisa é que ele falhou miseravelmente. Assim como outros que o sucederam. Todos os pais mancos de mais de nove mil. Grandes falhas para os homens e pequenos passos para a humanidade.

Mas não é disso que essa narrativa trata. Ela também não trata de Perséfone e porque quando ela escapa de Hades a primavera anda solta pelos campos floridos e férteis. Aquela linda.

Não, ela trata de um conto de fadas mais tolo ainda. Aquele conto de fadas do garoto conhece a garota, do garoto que foi exposto a música britânica triste, do garoto que acreditava que não seria verdadeiramente feliz até conhecer “aquela(s)” (aquele(s)). Não do garoto que usaria outra palavra além de garoto pra exibir o seu vocabulário extenso e supostamente tornar o texto menos enfadonho.

E também daquele conto, que, segundo os contos contam, foi pregado pelo conto dos contos em formato de sermão. O dos dois homens que constróem as casas, um em areia movediça, outro em rocha sólida, e de que o destino da casa não é determinado pela casa em si e sim pela solidez de sua fundação. Porque as vezes o “onde é construído” importa mais do que o “que é construído”.

Enfim, a casa precisava ser construída. Não, era um tipo diferente de casa, e não iria mais ser construída em cima de um pântano pra quebrar, ser reconstruída, quebrar, ser reconstruída, pegar fogo e quebrar e ser reconstruída, e assim perdurar. A mecânica era sólida e baseada no excelente trabalho de reis não tão tolos como aqueles dos contos que tinham motivos um pouco menos ambiciosos do que urinar no bom Sol. As maravilhas do concreto e aço  e vidro permitiriam a construção de sólidas moradias que durariam centenas de anos.

A adição de quantidades insignificantes de material de baixa qualidade não iria afetar a solidez da estrutura. A primavera não se tornaria tão marcante se Perséfone demorasse algumas centenas de anos a mais para escapar. Era lindo. Era romântico. Era o que ele desejava desde quando foi exposto.

Ele só não sabia que teria que ser assim. Mas era óbvio, assim o concreto sólido tem que ter um pouco de base de areia lisa.

Enorme. Ok nem era tão grande assim, nem se destacava de seus vários semelhantes no distrito. Era até menor que o normal. Porém, de uma certa maneira a moradia era grandiosa como nenhuma delas era. Um monstro, um frankenstein.

Um punhado de aço e concreto e vidro. E 500 dias, digo, sessenta quilogramas.

As vezes os contos não são o que parecem. As vezes os sonhos não são exatamente o que parecem.

Bitch.

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~drama

A palavra drama origina-se na Grécia  Antiga significando ação (δράω /dráō).

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holyday

quem tortura os criadores da tortura que é neles executada pelas suas criações tortas?

felis aniversario a todos os desumanos de boa vontade e não-calendários.

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wonderwall

parabéns por você por depois disso tudo ainda querer ler o alt text da foto. aperte aqui para ganhar medalha no futuro

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ice ice beibe

no futuro o aviso do futuro do futuro dirá: não contém passado

Faça amor não faça gelo malvado.

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full metal jerkass

uma hora sem block é como uma hora sem luz

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king nothing

quem veste o futuro quando ele está fora de moda no presente?

Coroa, cadê seu cara?

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sonorência

dizem que sua mãe é tão blogosférica que quando ela cair daquela árvore da floresta aquela questão nunca mais será questionada

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gandhi

teteste o block, add o blockeiro

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english

no futuro todo mundo será alfabetizado em inglês